terça-feira, 3 de abril de 2007

Chega de Programa Sílvio Santos

Um dos mais famosos programas de auditório do Brasil o programa Silvio Santos, apesar de obsoleto até hoje consegue atrair telespectadores.
Como pode, um país com tantos problemas sociais e econômicos, entre outros grande parte da população ainda consegue ver estes programas que possuem um conteúdo arcaico e sem conteúdo cultural. Além de propagandas das empresas de Silvio Santos, como o tão famoso carnê do Baú que até hoje ilude parte da população com promessas de prêmios fartos, concursos de dança com famosos, programas de auditório, Shows musicais com cantores que estão sumidos da mídia.
Além de Silvio Santos, temos também que engolir seus futuros substitutos, Gugu Liberato e Celso Portiolli.
É verdade que para um país onde pouco se investe em educação, cobrar da população que ela só se preocupe em assistir aquilo que a enriqueça culturalmente fica difícil, uma vez que o governo só dá concessões de canais a quem ele deseja. E ai é que está o problema: é mais fácil enganar a população com o irreal e sórdido mundo de ilusões, do que mostrar a realidade e ensinar o caminho para concertá-la, o que seria culturalmente favorável.
Sílvio Santos conseguiu uma concessão na década de 80 quando o golpe militar estava quase no final. Vocês se lembram da semana do presidente?
Não é de se negar que Silvio Santos é um dos apresentadores com maior carisma do pais, mas dai a continuar com a grade de programas de sua empresa da maneira que esta, não acrescenta nada de cultural a seus telespectadores e é um desperdício de tempo e muito dinheiro.
Há vinte anos atrás quando as televisões só veiculavam programas censurados vá lá que Silvio Santos apresentasse, o Qual é a música, o Domingo no Parque, A porta da Esperança entre outros tantos. Mas continuar com esta programação não dá.

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terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

A violência e a reação

Por Gisele Zanetti

Um dos últimos acontecimentos violentos acontecidos no Rio de Janeiro, retrata a covardia o desrespeito e a banalidade que se tornou cometer atos violentos

A morte do garoto João Hélio na última quarta-feira gerou uma onda de comoção nacional. Como pode garotos que deveriam estar estudando ou procurando um emprego tirarem a vida de uma criança de seis anos tão covardemente a ponto da mãe de dois dos envolvidos, preferir que eles estivessem no lugar do menino morto.

Fala-se hoje, como se falou anteriormente em outro caso de violência, como no caso da estudante Luana Friedenbach, onde um garoto de quinze anos foi o mentor da morte covarde da estudante e de seu namorado Fellipe Caffém, será que a redução da maioridade penal seria o necessário, o correto?

Hoje uma multidão enfurecida durante a acareação dos acusados na delegacia de Marechal Hermes, ameaçava linchar os acusados, enquanto isto, os pais do garoto João serão recebidos pelo presidente do Senado Renan Calheiros, em audiência, para pedir apoio a emenda constitucional para a redução da maioridade penal.


Nem todas as autoridades concordam com a redução da maioridade penal. A ministra do Supremo Tribunal Federal, Ellen Gracie acha que a redução da maioridade penal assim como o endurecimento de regimes prisionais deveriam ser discutidos de forma mais ampla, não somente neste momento de tensão.

O país se comove ao imaginar uma criança de seis anos sendo arrastada por um carro em alta velocidade por aproximadamente sete quilômetros. Em nossos corações nasce um sentimento de revolta, ódio, nojo, repulsa e desejo de justiça.

Mas até quando as nossas autoridades se preocuparão somente com o factual?
Quantas crianças como João Hélio, adolescentes como Luana e Fellipe e outros de tantas idades, crenças e classes pagarão por um descuido de anos e anos de desatenção e falta de empenho de nossas autoridades?

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

teste

O Cruzeiro é o melhor time do mundo.