Por Gisele Zanetti
Uma estimativa norte-americana classifica o Brasil como o segundo maior consumidor mundial de cocaína, atrás apenas dos Estados Unidos, o governo brasileiro não reconhece os números norte-americanos, mas segundo esta estimativa o aumento do consumo de drogas no Brasil, gerou um fantasma ainda muito maior o aumento da violência.
Estudos também mostram que das quase 2 milhões de mortes causadas de forma violenta, como suicídios, homicídios, acidentes e mortes por causas não naturais, 600 mil foram resultados de homicídios. Estes dados mostram o quanto a violência vem crescendo no pais do carnaval e do futebol, tanto nos grandes centros urbanos, quanto no interior.
Um outro dando tão importante, quanto os que foram expostos é que a maioria destes assassinatos foi maior entre jovens de 15 a 24 anos e em sua maioria homens.
É grande o numero de pessoas que conheceram pessoalmente, através de um amigo, ou conhecido alguém que tenha perdido a vida, por que se envolveu com o tão mencionado trafico de drogas ou foi vitima destes que se envolveram.
Em Belo Horizonte a violência também aumentou consideravelmente nos últimos anos, Os locais com maior índice de violência, são Morro das Pedras, Morro do Papagaio, Pedreira Prado Lopes, Taquaril e Cabana do Pai Tomáz.
Mas a violência esta por toda a parte e não tem mais como ignorá-la, já não é mais possível deitarmos nossas cabeças em nossos travesseiros e dormirmos totalmente tranqüilos.
Não sabemos ao certo se estes números vão aumentar ou diminuir com o passar do tempo, o certo é que temos que nos cuidar e cuidar para que esta violência, que se inicia pelo aumento do trafico ou por outra causa qualquer diminua.
A Saúde, educação, lazer, infra-estrutura são políticas que se fossem mais bem elaboradas e adotadas por nossos governantes seriam fatores determinantes para a diminuição da violência de todas as formas.
Esses números são realmente assustadores, porém, para evitar que ele aumente cada vez mais, é necessário tomar certos cuidados e cobrar do Governo medidas mais eficazes no combate à violência.
Uma estimativa norte-americana classifica o Brasil como o segundo maior consumidor mundial de cocaína, atrás apenas dos Estados Unidos, o governo brasileiro não reconhece os números norte-americanos, mas segundo esta estimativa o aumento do consumo de drogas no Brasil, gerou um fantasma ainda muito maior o aumento da violência.
Estudos também mostram que das quase 2 milhões de mortes causadas de forma violenta, como suicídios, homicídios, acidentes e mortes por causas não naturais, 600 mil foram resultados de homicídios. Estes dados mostram o quanto a violência vem crescendo no pais do carnaval e do futebol, tanto nos grandes centros urbanos, quanto no interior.
Um outro dando tão importante, quanto os que foram expostos é que a maioria destes assassinatos foi maior entre jovens de 15 a 24 anos e em sua maioria homens.
É grande o numero de pessoas que conheceram pessoalmente, através de um amigo, ou conhecido alguém que tenha perdido a vida, por que se envolveu com o tão mencionado trafico de drogas ou foi vitima destes que se envolveram.
Em Belo Horizonte a violência também aumentou consideravelmente nos últimos anos, Os locais com maior índice de violência, são Morro das Pedras, Morro do Papagaio, Pedreira Prado Lopes, Taquaril e Cabana do Pai Tomáz.
Mas a violência esta por toda a parte e não tem mais como ignorá-la, já não é mais possível deitarmos nossas cabeças em nossos travesseiros e dormirmos totalmente tranqüilos.
Não sabemos ao certo se estes números vão aumentar ou diminuir com o passar do tempo, o certo é que temos que nos cuidar e cuidar para que esta violência, que se inicia pelo aumento do trafico ou por outra causa qualquer diminua.
A Saúde, educação, lazer, infra-estrutura são políticas que se fossem mais bem elaboradas e adotadas por nossos governantes seriam fatores determinantes para a diminuição da violência de todas as formas.
Esses números são realmente assustadores, porém, para evitar que ele aumente cada vez mais, é necessário tomar certos cuidados e cobrar do Governo medidas mais eficazes no combate à violência.

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